Um prédio ímpar no meio de um bosque que chamam de cidade universitária. Às vezes um dó pelo descuido e a situação que está alcançando. Lembrar das aulas de geografia quando falávamos em estalactites e estalagmites.
Mas independente disso, tudo aquilo se faz um enorme lugar. Os desníveis sem barreiras, a possibilidade de vencer medos, e outra forma de se sentir bem, a plenitude da visão dos espaços, enganar-me com essa plenitude e brincar com as descobertas dos ambientes. O jogo da luz natural, da luz que vem de cima e da luz que vem de baixo. Sem contar aquele invejoso canteiro de obra. Encontrar, naquele ambiente propício, velhos amigos que moram longe, pretensiosos arquitetos de lá.
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