Não poderia faltar uma olhada panorâmica de Sampa, ainda mais vista sob as curvas de Niemeyer. Tantos apartamentos, tanta gente diferente dividindo o mesmo espaço, abrangência em necessidades de uso sob o mesmo teto.
A forma dos brises, a quebra da monotonia na faixada e uma grande semelhança com um edifício em BH do mesmo autor. Qual veio primeiro!?
Nesse, é visível a necessidade da utilização da cidade em pelo menos duas das tipologias de apartamentos, isso é visto pelo tamanho da cozinha. O típico paulistano, que vive o dia todo na garoa e a casa é para o descanso. Uma delícia, começando pela localização, terminando na vis
ta
proporcionada.
Uma volta pelo centro.
Uma tristeza, ainda mais quando se pensa que ali é a sede do instituto de arquitetos, ali estão nomes importantes, e nada é feito. Mas a priore, o prédio tombado só precisa de uma grande manutenção. O que entristece é que há planos e projetos mas não há verbas. Eis nosso querido governo. Mas falando de arquitetura é interessante o jogo de pés-direitos, os vidros e a primeira utilização do subsolo como um lugar de encontro e descontração para arquitetos e afins. Como o interior responde ao exterior. E a expectativa de encontrar o Senhor, amigo do Guilherminho, Paulo Mendes da Rocha.
Continuação das andadas pelo centro.
Deixando lá com um típico sanduíche de mortadela do Mercado Municipal. Delícia!!!

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