terça-feira, 12 de janeiro de 2010

representantes de papel e papelão

Falaria agora, de casa, escala e sensação de aconchego. Não tenho muitas palavras para descrever o que senti, mas acho que








DELICIOSA




foi a sensação que tive diante daquele minucioso pé direito, aquela interligação de todos os cômodos, a centralidade de uma parede hidráulica e tudo funcionando ao seu redor, sutilmente como se inexistisse qualquer parede. Vontade de ficar por ali e chamar de minha, aquela modesta grande casa, hoje, um viveiro.



Ao seu lado o penar de não poder entrar na outra face do mesmo arquiteto.

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