terça-feira, 12 de janeiro de 2010

pelos arco-iris dos seus arcos mais explícitos


Chegar, com a cabeça e o corpo cheios de sono e dar de cara com uma imensidão de materiais aparente e um cheiro de cultura e cada passo.



Uma imensidão de concreto, tubos, tijolinhos, onde o conjunto se faz como um parque seco, qualquer coisa sem muito verde mas de um frescor quase que divino.



Onde tudo se encaixava perfeitamente, mesas e cadeiras, piso, teto e pé direito, caminhos de pedra, caminhos que vieram depois e que não agrediam tais pedras, jogo de planos e alturas, níveis. Um teatro onde o palco é literalmente o centro das atenções e as cadeiras são desconfortantes, propositalmente.


Duas torres interligadas por passarelas e um painel feito de fotos 3x4. Aqui era tudo novo.




Nenhum comentário:

Postar um comentário